FALENAS
Gotas negras caem como temporal...
Há um movimento que canta, cantos do reflexo do rio
Quando estamos no nosso tempo, podemos observar...
Vértice do silêncio a fremir, assim o sonho não morre...
Ouço seu canto na interseção do meu canto... mas as flores frágeis ainda estão fechadas, aguardando um adjetivo para florir sua substância..
Poliédrico vôo, tudo o que toco permanece nesses limites...
Gotas aéreas de um espírito voante caem no meu canto... vôo baixo, rasante... vôo de pensamentos...
Cantam clareando o canto...
Um único canto soma o universo num cântico de silêncio atento...
Um canto de asas voantes...
Nazareth Queiroz
15/04/2009.
Gotas negras caem como temporal...
Há um movimento que canta, cantos do reflexo do rio
Quando estamos no nosso tempo, podemos observar...
Vértice do silêncio a fremir, assim o sonho não morre...
Ouço seu canto na interseção do meu canto... mas as flores frágeis ainda estão fechadas, aguardando um adjetivo para florir sua substância..
Poliédrico vôo, tudo o que toco permanece nesses limites...
Gotas aéreas de um espírito voante caem no meu canto... vôo baixo, rasante... vôo de pensamentos...
Cantam clareando o canto...
Um único canto soma o universo num cântico de silêncio atento...
Um canto de asas voantes...
Nazareth Queiroz
15/04/2009.

Um comentário:
O título realmente tirou nossas vendas, nos deu um caminho e nos permitiu comtemplar tão lindas falenas, me lembrou da canção do Flavio Venturini: Criaturas da noite,tudo a ver.
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